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sábado, 5 de julho de 2014

2nd step honeymoon: Tailândia part 2 Phi Phi Island

Depois de 4 noites em Krabi, mais propriamente no hotel Centara e onde fizemos tours de visitas a outras ilhas, fomos até às famosas Phi Phi Island. Ficamos hospedados no Outrigger, também segundo sugestão de um casal de amigos que foi lá o ano passado. E que paraíso que era o hotel. O hotel é isolado do centro da ilha (e ainda bem!), e mais uma vez o único acesso ao hotel era de long tail boat. Só consigo ter uma palavra para o hotel e para o que vivemos neste hotel: PARAÍSO. Uma curiosidade interessante foi a quantidade de portugueses que se encontravam neste hotel... éramos muitos. Ao contrário de Krabi em que a maioria de hospedes eram árabes e chineses (chineses ou para aqueles lados), no Outrigger eram maioritariamente europeus sendo muitos deles portugueses. Foi engraçado fazer mais de 4000 km para encontrar tantos portugueses. 











Aqui a "nossa humilde" habitação. Um bangaló na primeira linha de mar. 


Se chegar de barco ao hotel é um máximo, melhora quando depois de sair do barco e para não molharmos os pés, quando está maré vaza, somos transportados num atrelado de um tractor que anda dentro do mar. É realmente tratamento vip. 


Bye Bye Phi Phi Island. 



quarta-feira, 2 de julho de 2014

2nd step honeymoon: Tailândia part 1 Krabi

Depois de quase não apanharmos o voo Paris-Dubai (onde fizemos escala e depois seguimos Dubai/ Bankok e depois ainda um voo interno para Krabi) porque adormecemos e acordamos a 2h do voo, ou seja há hora que já devíamos estar no aeroporto, e ainda por cima havia greve dos transportes públicos em França, logo foi dramático, mas lá conseguimos apanhar o voo para o paraíso. A grande maioria dos dias da lua de mel queríamos aproveitar para descansar e fazer um bocado de praia. A Tailândia é mesmo paradisíaca como se vê nas fotos. Optamos por dividir os dias para ficar em dois locar diferentes. Depois de ouvir todos os conselhos de amigos que já tinham visitado a Tailândia escolhemos Krabi e as Ilhas Phi Phi. O hotel que nos aconselharam em Krabi foi o Centara. E foi um excelente conselho. Ficar num hotel em que o único acesso é de barco tem tanto de exótico como de aventura. Aquilo estranha-se mas depois entranha-se. Ficamos 4 noites neste hotel onde fomos extremamente bem tratados. Costumava dizer ao M. "vou levar os tailandeses todos no meu coração" pois eles são tão amistosos, parecia que éramos os reis e eles os nossos serventes. Claro que eu sei que isto se passa nos hotéis onde eles sabem que os turistas estão ali para lhes darem gorjetas e essas gorjetas são o que lhes vale uma vez que o salário é miserável.   


Os famosos long tail boat que encantam a paisagem tailandesa. 



Que delícia que era esta rocha. Podia ficar horas a olhar para ela.





Tivemos direito a uma visita muito especial (nós estávamos dentro do quarto e eles fora, provavelmente não são perigosos mas não sei não!)


Não se estava nada mal, não senhora! Este hotel tinha um lindo por do sol. 



Aqui o hotel visto do barco - única maneira de chegar até ele.


Aqui a vilinha de Ao Nank, o local mais perto do hotel. Aqui fizemos massagens fantásticas a um preço tentador (e eu nem gosto muito de massagens). Mas queridas amigas... o cheiro era tão mau nas ruas e nas lojas. Parece bom, mas não era. Eu só queria voltar para o hotel. 


Aqui a primeira experiência com comida tailandesa. O marisco não sabia a nada e aquela coisa era frango com ovos que era muito mau. E supostamente fomos ao melhor restaurante de marisco da zona. 



This is real Thai. Não são os hoteis 5* onde ficamos alojados. É preciso termos consciência que vivesse muito diferente na Ásia.

terça-feira, 1 de julho de 2014

1st step honeymoon: Paris

E o que dizer sobre Paris: continua deslumbrante. Embora tenha sido uma visita relâmpago, deu para matar saudades daquela que, para mim, é a cidade do amor. Como já aqui disse ir a Paris foi a realização de um desejo que há muito tempo guardava: jantar na Torre Eiffel e assistir ao espectáculo do Moulin Rouge. Não poderia ter começado melhor a lua de mel.


O jantar, ao contrário do que nos haviam dito, foi todo ele muito bom, aliás diria mesmo que com qualidade superior. A sobremesa que tem vários tipos de chocolate foi a melhor sobremesa que comi na minha vida. O jantar era composto por uma entrada, um prato principal e uma sobremesa. Para entrada eu escolhi as gambas e o M. aquela espécie de sopa. Como prato principal eu comi uma dourada extremamente bem confeccionada e o M. optou pelo borrego que também estava óptimo. Quanto à sobremesa o profiterol não estava nada de especial mas a outra sobremesa era soberba. 







Que dizer sobre o Moulin Rouge? Foi um espectáculo digno do aparato que tem. Foram 2h muito bem passadas. A sala de espectáculos tem a particularidade de ser um anfiteatro onde se assiste ao espectáculo sentado em mesas corridas onde se convive e toma um aperitivo. 


Paris não desilude. Nunca. 

Primeiro dia de casados

A chamada noite de núpcias, no nosso caso manhã de núpcias dado que chegamos ao hotel às 7h da manhã foi passada no Yeatman. A surpresa que o meu querido M. queria fazer-me mas que a senhora da agência estragou ligando para mim a confirmar se era mesmo essa hotel que queríamos. E era esse hotel que queríamos mas quando fomos ver os preços eram um bocado assustadores para as suites superiores e os quartos estavam todos ocupados. Eu, com imensa tristeza já tinha desistido da ideia, mas o M. não. E com a senhora da agência andaram sempre atentos e no dia anterior ficou um quarto livre. Como o M. não atendeu a senhora da agência ligou para mim para confirmar se podia cancelar o Sheraton e marcar o pack romântico do Yeatman. E melhor não poderia ser. O hotel é fantástico, para terem uma ideia nos corredores para os quartos passasse por caves do vinho do Porto. Fantástico. 



Para almoçar (lanchar já que eram 17h) fomos experimentar o Munchie na baixa do Porto. Andava desejosa com um bom hambúrguer (mal sabia eu que ia comer muitos na lua de mel). 



As coca-colas a confundir o meu querido M.