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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

De Las Vegas a São Francisco nov 2015 - Los Angeles

Tanto, mas tanto há para dizer sobre LA. Lembro-me que é uma cidade enorme, mas enorme mesmo, com imensas palmeiras, cheia de vida, com uma luminosidade incrível. Las Angeles é a verdadeira Califórnia. Ficou uma enorme lacuna, não vimos a placa de Hollywood. É que não foi mesmo nada fácil encontrá-la. Da City também só demos uma voltinha de carro e à noite por isso nem tenho fotos decentes. 
Em LA aproveitamos para conhecer um dos estúdios onde são filmados vários filmes e séries, o Warner Bros. Adorei a exposição de carros do Batman utilizados nos filmes e a espécie de museu desta saga, uma vez que sou fã de todos os Batmans, Além destes estúdios também existem em LA o Universal e o Paramounth (assim que me esteja a lembrar). Foi uma manhã muito bem passada.




O M. a participar numa gravação do Harry Potter e do Batman nos estúdios da Warner Bros.


LA é sinónimo de Hollywood e Hollywood da mítida Walk of fame ou passeio das estrelas. É nesta rua que se situa o famoso Dolby Theatre onde é filmada anualmente a cerimónia dos óscares, entre outras,  Há coisas incríveis nesta rua... como a Igreja da Cientologia, séries a ser filmadas no meio da rua, uma vibração incrível. 




O meu M. já tem direito a uma estrela no passeio da fama. 


Uma pequena (minúscula) amostra do bairro de Beverly Hills.


A famosa Rodeo Drive. Estavam lá todas minhas queridas: Prada, Chanel, Louis Vuitton, Hermes, Armani... todos!! 

LA também é sinónimo de praia, de Baywatch. Venice beach e um calor de rachar quase em final de novembro. O verdadeiro cheiro a Califórnia. 




O maravilhoso Pacífico pela primeira vez. Só foi pena não dar para mergulhar nele. Terá que ficar para uma próxima oportunidade. 

De Los Angeles seguimos, pela linda Costa Californiana, até São Francisco...

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

De Las Vegas a São Francisco - nov 2015 - Death Valley National Park e Badwater

Nem acredito que já fez um mês que fui de férias. O tempo voa, e na altura das festas então nem se fala. Hoje vou falar naquele que para mim foi o ponto alto da viagem, o parque natural Death Valley mais concretamente a zona de Badwater. Só a viagem entre Las Vegas e o parque já é fantástica, com aquelas estradas intermináveis, onde por vezes só vai o nosso carro e a estrada sem fim. A viagem permite-nos passar por vilas típicas e características e assim ver um bocado dos verdadeiros Estados Unidos e só isso, para mim, já vale a pena. Mas passando ao Death Valley National Park, podemos ver uma zona de verdadeiro deserto, e a zona de Badwater que é uma zona que fica quase 1km abaixo no nível do mar, e devido a condições atmosféricas ideias, formam-se cristais de sal (gigantes). Deixo-vos com algumas fotos, embora não existam fotos que traduzam a beleza e singularidade daquele lugar.












segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

De Las Vegas a São Francisco nov 2015 - Las Vegas

Costuma-se dizer que Las Vegas é um parque de diversões para adultos e não poderia estar mais de acordo. É uma cidade mesmo à parte de tudo que conheço. No fundo não é mais que uma avenida, que eles chamam de strip, com vários hotéis que não são hotéis normais. São hotéis-casinos temáticos. Existe o Hotel Paris, Hotel Veneza, Hotel NY, Hotel Planeta Hollywwod, e muitos, muitos mais. Cada hotel merece ser visitado. Alguns deles até carroceis têm. Enfim... Em Las Vegas sentimo-nos bem, divertidos. Para nós foi uma passagem curta, agradável, mas bastante contida. Foram só duas noites, e uma manhã de passeio (o dia completo que íriamos ficar por lá optamos por ir ao Grand Canyon). Acredito que se pode cometer várias e variadas loucuras por lá. 


No Hotel Veneza até de gôndula se pode andar!


A vista do nosso quarto. Não a mais bela que já vi, mas sem dúvida única. 


Hotel Caesars Palace (provavelmente o maior).


O nosso Hotel, o Bellagio.


Praticamente mal se sai do avião... um casino no aeoroporto!


domingo, 29 de novembro de 2015

De Las Vegas a São Francisco nov 2015 - Grand Canyon

Como sabem este novembro fizemos uma espécie de road trip pela West Coast ou Pacific Coast. Com o pretexto de um congresso que o M. tinha em Las Vegas aproveitamos para viajar novamente aos Estados Unidos que é uma uma zona que adoramos. Começaram um bocado conturbadas estas férias devido à greve da Lufthansa. Como a ideia era o M. ir ao congresso, eu fui ter com ele uns dias depois. Graças à greve teve que adiar uns dias a sua ida, sendo que ele estava a chegar a Las Vegas e eu a sair do Porto... uma aventura. Acho que nunca mais marcaremos viagens intercontinentais para dias diferentes... Mas bom este post é para vos falar do primeiro ponto da nosso viagem: o Grand Canyon. Como tínhamos poucos dias não fazia parte dos nosso planos conhecer este maravilha da natureza mas uns colegas do M. estavam a planear ir no primeiro dia que cheguei lá, e nos alinhámos. Embora esteja a 5h de viagem de carro de Las Vegas achamos que valia a pena abdicar de um dia em Las Vegas pois percebemos que a cidade é interessante, tema para um próximo post, mas é sempre mais do mesmo e o Grand Canyon é o Grand Canyon. Tudo fantástico, saímos de Las Vegas com um solinho frio, mas bom. O pior foi que ao longo da viagem foi ficando cada vez mais estranho até que começou a nevar. É verdade apanhamos neve e mal vimos o maravilhoso Grand Canyon. Não considero um dia perdido pois verdadeiramente vimos coisas incríveis. O estado do Arizona provavelmente tem a suas raízes nos pistoleiros, verdadeiros cowboys que vimos numa banal área de serviço. Daqueles com capotes e armas no cinto. Fantástico. Quanto ao Grand Canyon propriamente dito... pareceu-me uma instância de sky. O que não era suposto. Mas pronto posso dizer que fui ao Grand Canyon (pena não ter visto grande coisa).

Isto era o que era suposto vermos:




Isto é o que ficará na minha memória:







segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Um fim de semana pela captial

Este fim de semana que passou lá fui até Lisboa. É sempre bom para mim ir até à Capital fazer coisas diferentes e mudar de ares. Como trabalhei sábado de manhã só fui no Alfa da hora de almoço ter com o M. e a família que já tinham ido de manhã para passar em Fátima. A primeira coisa que fizemos quando cheguei foi a passagem quase que habitual pelos famosos Pastéis de Belém. Sabe sempre bem comer uma natinha daquelas. Tanta gente que lá estava senhores!!Sábado à noite fomos ao Casino Estoril jantar no salão Nobre Estoril, um simpático restaurante intimista no vibrante Casino. No final do jantar assistimos ao musical A Noite das Mil Estrelas. 
No Domingo, apesar do St. Peter se fazer de difícil e mandar um tempinho bem estranho, fomos passear a Cascais e almoçar ao restaurante Furnas do Gincho onde comi a melhor paelha da minha vida. Restaurante bem interessante mesmo em cima do mar e perto das "furnas" naturais causadas pelo mar. 



Ainda deu para revisitar a famosa "Boca do Inferno"



Para terminar o fim de semana fomos ao Estádio da Luz ver o Benfica - Sporting. O Benfica não é o meu clube, muito menos o Sporting, por isso apanhar uma grande molha antes de entrar no estádio (mais uma vez o São Pedro a aramar-se) para ver duas equipas que ainda por cima nenhuma delas é a minha só com o muito amor pelo meu querido marido!! Ainda por cima nem ele voltou feliz.

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Sobre um fim de semana muito especial




Todo o hotel tem vista para o Porto. Uma vista de postal quando se abre a janela.





No piso 0, os corredores para os quartos são caves de vinhos.


Pronto St. Peter pazes feitas entre nós. Sábado estavas de mau humor, mas domingo lá compensaste com tem solinho bom.

Para festejar o primeiro ano de casados fomos passar o fim de semana ao mesmo hotel que passamos a noite de núpcias, o The Yeatman. Posso dizer que é dos meus hotéis preferidos dentro e fora de portugal. O cuidado e atenção que têm com os hospedes é fora de série. Se o ano passado podemos aproveitar o piscina exterior, este ano graças ao mau humor do St. Peter aproveitamos a piscina interior. Acho que o único defeito é mesmo o preço ehehehe.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Fim de semana no Douro

Como sabem a semana que terminou estive de férias. Férias que estavam planeadas desde o início do ano para uma ida a Andorra, ou Serra de Nevada, ou qualquer lado que houvesse neve. Devido ao atraso do exame do M. as férias na neve foram canceladas mas não me dava jeito cancelar as minhas férias, e além disso estava a precisar de uma pausa. Com a viagem à neve cancelada, surgiu a ideia de aproveitar o fim de semana prolongado no Douro, com alguma da família do meu querido marido. E foi muito, mas muito bom. Quem tem o prazer de conhecer a Zona Demarcada do Douro sabe que vale a pena só pela paisagem de cortar a respiração. Mas bom,  no primeiro dia fomos a Favaios, mais propriamente ao Museu do Pão e do Vinho, onde fomos muito bem recebidos com um pequeno almoço muito caloroso, seguido da visita pelo museu e uma caminhada por Favaios onde tivemos a oportunidade de ver uma padaria com fabrico tradicional de pão, conhecer as raízes e a origem da Vila (?) e que terminou na Adega Cooperativa de Favaios onde provamos o tão afamado Moscatel de Favaios.

 
 
Adoro estas casas antigas e as histórias que elas têm para contar. 


Depois da  manhã bem passada em Favaios, que devido a um erro demográfico há centenas de anos atrás não faz parte da zona demarcada do Douro, seguimos viagem até Pereiros uma pequena, mas pequena mesma, aldeia do interior de São João da Pesqueira. Fomos muito bem recebidos pela D. Lídia que no seu pequeno restaurante nos serviu um delicioso cozido à portuguesa e nos levou numa visita guiada pela aldeia xistosa de Pereiros. É incrível ver como vivem aquelas povoações... a diferença entre o litoral e o interior do nosso país é enorme. Em Pereiros, com cerca de 50 habitantes, vivem em comunidade e felizes, pelo menos pareceu.
 


 
 Aqui é o forno comunitário da aldeia. Nele é onde as senhoras se juntam para fazer o pão.
De seguida, e a tarde já ìa longa, fomos para o nosso alojamento, a Quinta das Herédias, um turismo rural com um anfitrião muito peculiar mas que nos recebeu muito bem. Um excelente local para passar uns dias em paz numa das regiões mais bonitas de Portugal. Em caminho ainda visitamos o Miradouro São Salvador do Mundo que nos deu uma das vistas mais bonitas da região.




No segundo dia, sábado, tivemos a sorte de o meu querido St. Peter ter sido um fofo e ter estado um maravilhoso dia de primavera. De manhã fomos até ao Pinhão apanhar o barco que nos levou até ao Tua. Esta viagem de barco no rio Douro é uma coisa "obrigatória" para quem visita a região. Na chegada ao Tua almoçamos no famoso restaurante  Calça Curta onde provei os famosos peixinhos de rio e onde se come divinalmente. (Ganhei seguramente 2kg este fim de semana.) A viagem de regresso ao Pinhão foi feita de comboio. As estações de caminhos de ferro do Tua e do Pinhão são lindas e representativas do que os comboios significaram para aquela região. 
 
 
 
 
No regresso ao Pinhão tivemos o momento alto do fim de semana, a visita à Quinta das Carvalhas. O guia que tivemos, o Eng. Álvaro, transmitiu-nos a paixão que tem pelo Douro e com a sua maneira filosófica de ver a vida conseguiu apaixonar alguns de nós por o que o douro representa. E a paisagem desta quinta? Soberba.


Muitas mais fotos e mais belas haveria para mostrar mas ainda estão na máquina. Esta paisagem merecia fotos com qualidade superior ao telemóvel mas primeiro que estejam no computador vai ser uma eternidade....

No domingo, e já com chuva, fizemos a visita ao Museu de São João de Tarouca e ao Mosteiro de Salzedas. Neste mosteiro era onde moravam os monges de Cister. Seguimos viagem até à Régua onde almoçamos na Tasca da Quinta, se forem à Régua não deixem de almoçar ou jantar lá, um dos melhores restaurantes de tapas que já fui. Para terminar este fim de semana fomos ao Museu do Douro onde é explicada toda a riqueza e cultura desta região, como não podia deixar de ser.