Fiquei mais esclarecida. Já que me vão "tirar" dinheiro todos os meses pelo menos expliquem-me com que intuito. Finalmente percebi que o objectivo de aliviar a TSU às empresas é fazer com que os preços possam baixar e assim incentivar a economia. Ora vamos por partes: o princípio é bom. Se acontecer o que o Sr. Primeiro Ministro pretende tiro-lhe o chapéu e bato-lhe palmas, no entanto parece-me pouco provável. Se não acontecer cometeu o maior erro político e económico de todos os tempos. Por outro lado se o princípio de aliviar a carga fiscal às empresas é bom, genial, incuti-lo nos trabalhadores já é mais questionável... mas alguém vai ter que pagar. Depois tem o outro lado, é a classe trabalhadora que está a pagar a crise é verdade. Para nós que até temos uma vida digamos que... confortável, ou pelo menos tínhamos, temos que nos adaptar à nova realidade e ajustar a nossa vida, também é verdade que aqueles com salários e reformas mais baixas não serão afectados. Nem os delinquentes. E não afectar os delinquentes, vulgo rendimentos mínimos, faz com que viver em Portugal seja mais seguro e a criminalidade seja baixa. Claro que conheço caso de apoios sociais alarmantes, pessoas com o subsídio de desemprego e a trabalhar por fora o que é gritante, mas mudar isso é igual a querer mudar o mundo e já há muito me deixei dessas ideias. Tudo isto para concluir que ainda estou "abananada" com as medidas de austeridade, vou ter que reajustar o meu orçamento e estou mesmo chateada, mas cresce em mim a esperança que vamos superar este momento mais conturbado e prosperar daqui a uns anos. Verá quem estiver por cá.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Consequências da austeridade
Vou deixar de conseguir juntar € para as férias. E estou profundamente triste com isso. E por enquanto é só. "Por enquanto" pois temo o que possa aí vir...
terça-feira, 11 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
Tem pouca piada mas pronto apeteceu-me
E o pior é que a culpa é pouca dele. É de quem nos roubou estes anos todos e nos mandou areia para os olhos. Andávamos aí felizes e contentes agora pimbas. It's pay time.
Feirinha Portugal Rural
Em Vila do Conde no verao existem 3 feiras: a de artesanato, a da gastronomia e a da agricultura. Hoje foi dia de ir a da agricultura. O mercado rural e fantastico e a fruta e os legumes cultivadas pelas gentes da terra sabem realmente melhor. Vim cheia de fruta, legumes e umas flores lindas... Tenho que fazer mais vezes compras nestas feirinhas :-)

sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Sou obrigada a concordar
Estas medidas são ridículas. Estão a estrangular a classe média. É que os salários que nos pagam são miseráveis, sempre com o argumento da crise e é ou isso ou o desemprego. Agora nós vamos descontar mais 7% e os patrões, os mesmo patrões que continuam a enriquecer e a usar o argumento da crise para dar condições péssimas aos seus trabalhadores, os mesmos patrões que continuam a enriquecer e a despedir os trabalhadores vão pagar menos 5% de segurança social. Passos Coelho agora desiludiste-me. Como diz o o arrumadinho matam-nos a esperança.
Gosto pouco de falar de coisas que não sei
Não tenho paciência para putos aos berros! Deus me livre se eu estava numa loja, à conversa, com um filho aos berros sem me ir embora. Mas berros estridentes.
Estou a ficar com vontade
Ontem quando falava com umas amigas elas disseram-me que conseguem correr 15/20 min e que adoram. Eu neste momento acho que nem 2 min consigo. É uma vergonha. Tenho que voltar às minhas corridas. Apesar de não ser fácil conseguir encaixar no meu horário, chegar a casa às 20h ir correr e depois fazer o jantar quando o M. às 7h da matina tem que acordar logo não pode jantar muito tarde, não é fácil. Mas vou tentar organizar as coisas de forma a conseguir. O meu corpo e a minha mente agradecerão certamente.
O melhor é não desabituar
Qual é a ladie que não gosta de uns bonitos sapatos de salto alto?! Eu adoro. Acho que um bocadinho de salto põe qualquer mulher mais elegante. O pior é desabituarmos a eles. É que depois não há volta a dar. Eu sou um desses casos. Houve uma altura que usava sapatos altos todos os dias, mas depois habituei-me às botas rasas, às sandálias rasas e agoro fico no armário a olhar para os altos... para os baixos... para os altos... para os baixos e acabo sempre por trazer aqueles com que em sinto mais confortável. Os baixos.
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