sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Se tudo correr como planeado


Em abril ou maio vou conhecer o outro mundo New York New York. E estou imensamente feliz. Não é a minha viagem de sonho mas é uma das cidades que nos abre os horizontes e nos torna pessoas melhores (mais vividas pelo menos). 

O preço a pagar pela viagem é que é muito caro. O M. vai fazer um estágio de 1 mês a Filadélfia, daí surgir a oportunidade de conhecer os states, Nova Iorque entre outras cidades já para o próximo ano. É tudo muito bonito e peu peu peu mas um mês sem o M. deixa-me para lá de deprimida. É que eu preferia nem ir se fosse caso de ele ficar. Mas pronto é a vidinha, é importante para ele e para a carreira dele. Mas às vezes era tão bom se ele fosse picheleiro ou canalizador e não tivesse que fazer cursos no estrangeiro.      

Já aqui disse que adoro lareiras?


É que amo mesmo de paixão. Secalhar é porque nunca tive uma.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Fiquei feliz


É verdade que já não me lembro quando foi a última vez que comprei umas calças de ganga. E um dos motivos era temer o pior:  ter que comprar o número 40. Durante anos sem fim udei o número 36 embora as últimas que tinha comprado (e usado) são o 38. A verdade é que já não tinha nenhumas em que me sentisse assim mesmo mesmo bem, com aquela sensação que só as calças de ganga nos dão, por isso resolvi que tinha que comprar umas. E não é que consegui comprar umas que, aparentemente, me favoreçem imenso? São daquelas de sinta mais subida, assim põem-me o pneu pa dentro o que é otimo. E o melhor de tudo? São o 38. É que o 40 nem pensar mesmo. Fiquei feliz! Fico feliz com pouco, valha-me Deus.

As maravilhas do tempo frio


Se é verdade que é no verão, ou no tempo quente, que as pessoa ficam mais leves, mais soltas e indiscutívelmente mais felizes (pelo menos a mim acontecesse-me), é do tempo frio que eu mais gosto. É verdade que adoro a praia, as saídas à noite até às tantas, vestir um simples vestidinho e estar tudo bem, também é verdade que gosto ainda mais de um serão à lareira a jogar poker, monopólio, sueca ou simplesmente à conversa com aqueles que nos querem bem. E as roupas de inverno? Se as roupas de verão são indiscutivelmente mais práticas as de inverno têm mais charme. E ouvir a chuva a cair enrraladinha numa mantinha no sofã, com o M. claro? É das coisas mais agradáveis. Atenção que me refiro ao frio, chuva já é outra história, gosto muito pouco, ou nada, dela. Tenho vindo a concluir que eu sou um ser do inverno definitivamente. (Ou então é o meu estado de espírito hoje.) 


sábado, 24 de novembro de 2012

E é isto


Ontem comprei a primeira prenda de natal para oferecer. Foi a primeira investida em lojas e comprei apenas uma prenda. Mas foi bom, o importante é começar. Só é pena faltarem quinhentas mil ainda... ok é um exagero mas ainda falta comprar bastantes. O mais estranho é que dei conta que não faço a mínima ideia do que quero que o M. me dê no natal. Normalmente temos um pacto: durante o ano não compro nenhuma mala e no natal escolho uma a meu gosto e ele oferece-me. Dentro de certo plafon senão era fácil escolher... eu sabia muiiiiiiiiiiiiiito bem o que queria. De modos que é isto... não sei se quero outra maluxa ou outra trenguice qualquer.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Lá acabei por ir ao cinema com as friends


Como o M. teve um jantar lá fui eu ao cinema com as amigas ver o Amanhecer - parte II outra vez. Pensei que ia ser uma seca mas até gostei de ver o filme outra vez. E colocar a conversa em dia também foi um mimo. Tenho uma amiga que ficou desempregada há quase 2 anos. Depois de mandar currículos para este mundo e o outro (portugal e resto do mundo) sem obter qualquer resposta positiva, resolveu arriscar e vai abrir um negócio próprio que tenho a certeza será um sucesso. Quando falávamos sobre as prendas de natal, sendo unânime que este ano terão que ser mais modestas, a minha amiga futura comerciante, diz que já combinou com a família e não vai haver prendas para ninguém. Nenhuma. E como ela muita gente fará o mesmo... isto é tão mau para a economia. A minha amiga vai perceber, quando tiver o seu negócio, que não pode ter esta mentalidade. É que quem não pode, não pode. Mas quem pode tem que continuar a gastar, com muita moderação, para isto não estagnar completamente. É que depois as lojas não facturam  as lojas fecham, as pessoas vão para o desemprego, a segurança social gasta verbas em mais subsídios de desemprego e basicamente estamos todos embrulhados nesta "bola de neve".

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Incrível


Como numa altura como esta, com o país no estado que está, estes bancos, agências financeiras whatever continuam a incentivar ao consumo. Ou melhor ao consumo a crédito que aí é que está o mal. É por estas e por outras que muita gente está com "a corda ao pescoço". Ninguém me convence que esta publicidade toda, e a própria banca, não são os culpados. Há pessoas que precisam de pedir um empréstimo para pagar os outros empréstimos que têm... e isso é culpa, entre outras coisas, destes cartões. 

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Por vezes o vício do café pode ser complicado


Por acaso a Cat aqui é menina para não ter muitos vícios. Tirando os sapatuxos só mesmo o café. Aliás o café é mesmo o meu único verdadeiro vicío. Dessa maneira não consigo começar o dia sem o meu cafezinho. Tem um café à beira da loja ao qual ao adoro ir. As meninas são muito simpáticas e é daqueles sítios em que nos sentimos mesmo bem. Até aqui tudo bem, o único problema é que não sabem tirar café. É que às vezes é horrível. E não é culpa da marca do café porque o café é Delta. De modos que me vejo com um problema, não me apetece ir a mais nenhum café senão aquele em que me sinto bem, mas gosto (será antes preciso?!) de tomar o dito cujo e às vezes faço uma cara horrível para o beber e acabo a chorar os 0,60€.  

Christmas Tree


Este ano já está feita lá em casa. Nunca fiz a àrvore de Natal tão cedo mas o M. queria, assim foi. A verdade é que, ao contrário de anos anteriores, este ano o Natal não me entusiasma. Pelo menos ainda não baixou em mim o espiríto. Uma vez um cliente disse "O Natal pode ser a melhor e a pior época do ano, é a altura que lembramos mais aqueles que já partiram.". E acho que ele tinha razão, mas só agora, que vou ficando mais velha, apercebo-me que assim é. Nos entretantos, vou esperando que baixe em mim o "espírito de Natal" com as musiquinhas, as carpetes vermelhas, os chocolates, o frio, e também... as prendas. Confesso que para mim Natal tem que ter prendas. Não estou a dizer prendas de 200€ mas lembrançinhas tem que haver.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Dúvida


Estou aqui com uma dúvida deveras... banal. Nas férias aproveitei para ir ver o Amanhecer - parte II com o M. Já que ele foi ver (quase) todos os outros filmes, também foi comigo ver este. Mais um pretexto para irmos passear ao shopping, programa que eu adoro. Agora fiquei a saber que as minhas amigas vão ver esta quarta-feira à noite, Jantar e cinema a meio da semana com as amigas parece-me um excelente programa. Mas já vi o filme... ir será gastar € desnecessários. Mas as saídas com as amigas não são assim tão regulares que posso dizer que não... e agora que faço?!

Já agora sobre o filme, eu gostei. Claro que hoje, 3 anos depois de ter lido os livros já nada parece-me fazer tanto sentido como na altura, mas eu continuo a gostar de uma boa história de amor por isso gostei bastante.  E houve uma parte, a parte final, que me surpreendeu e pregou um grande susto. Quem leu o livro há algum tempo e agora viu o filme sabe do que estou a falar.

E porque o que é bom acaba depressa


Aqui estou eu de volta ao trabalho. Estas duas semanas de férias foram muito boas e deram para "carregar as baterias" mas agora há que voltar ao work e tentar entrar novamente no ritmo. Ontem enquanto deprimia por as férias estarem a acabar e por, no dia-a-dia não estar tanto tempo com o M. como gostaria (eu sou mesmo carente daquele homem não há nada a fazer) apercebi-me que o nosso dia-a-dia é maravilhoso. O meu trabalho, embora mal renumerado, é bom. Afinal de contas trabalho na minha área de formação, a 5 min a pé de casa, aos calegas de trabalho não tenho nada a apontar... enfim pelo que ouço dizer há muitas pessoas que gostariam de estar no meu lugar. Mas o mais maravilhoso do dia-a-dia é chegar a casa e encontrar o M. (ou esperar que ele chegue) e puder partilhar a vida com ele.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Nine years later



Infelizmente as "mini-férias" pelo interior de Portugal foram interrompidas mas pudemos comemorar o aniversário do nosso 9º aniversário de namoro no H2otel. É tudo maravilhoso lá: a simpatia dos funcionários, a qualidade das instalações, e o buffet do jantar... maravilhoso. Tudo com muita qualidade, incluindo o sushi. Eu perco-me com o buffet de sobremesas, aposto que engordei prai 2 kg. Mas uma coisa que nos encanta neste hotel é o facto de tomarmos o pequeno-almoço, o melhor que eu conheço, de robe. O mesmo robe que se usa para utilizar o Aquadome, o spa do hotel. Enfim na minha opinião é um local à parte, e um local que nos sentimos praticamente como em casa. 


Sobre os 9 anos que partilho a vida com o M. ... sobre isso já aqui disse muitas vezes mas não consigo deixar de dizer: o M. é o amor da minha vida. Companheiro nas horas boas e más. E já passamos tantas coisas más... É o meu amor, e 9 anos depois continuo a gostar dele como no início. Aliás, gosto muito mais dele agora que no início. É que cada dia tenho mais a certeza que só com ele consigo sentir esta felicidade plena de me sentir uma privilegiada porque, aconteça o que acontecer, conheci e VIVI o amor da minha vida. 

Tal como previamos

Voltamos de férias mais cedo. E tudo porque a morte faz parte da vida, e assim sendo o pai do meu Padrinho de batismo, avô das minhas primas, faleceu. Depois do M. e da minha mãe as minhas primas são os amores da minha vida por isso tinha que estar com elas neste momento menos bom. Pelo menos foi esta semana, se estivesse em Londres e não pudesse voltar seria bem pior. Enfim... mais um do meu ciclo de familiares e amigos próximos que se foi, mais uma vez há que reaprender a viver. Felizmente somos bons nisso.